Baú do Zuza -
Vinícius de Moraes, quanta saudade!
Parte 2
No quinto episódio desta temporada, Arrigo Barnabé segue comentando a entrevista que Zuza Homem de Mello fez, em 2 de outubro de 1967, com Vinícius de Moraes.
“Baú do Zuza” é um podcast produzido pelos Institutos Çarê e Galo da Manhã — instituições dedicadas à democratização do acesso às produções culturais brasileiras. Esta série tem finalidade exclusivamente educativa, cultural e não comercial. As canções que aparecem ao fundo das falas dos locutores são utilizadas como parte da construção da narrativa sonora do podcast, respeitando os princípios da proporcionalidade e do uso incidental, conforme previsto pela legislação de direitos autorais.
Sobre o quinto episódio, Vinícius de Moraes, quanta saudade! – Parte 2
No quinto episódio desta temporada, continuamos com a entrevista de Zuza Homem de Mello feita com Vinícius de Moraes, em 2 de outubro de 1967. Nesta conversa Vinícius explica como a Bossa Nova foi, aos poucos, incorporando sonoridades africanas, acrescentando a temática do Candomblé às letras das canções e se tornando mais engajada com a adesão às canções de protesto. Para Vinícius, todas essas movimentações contribuíram para que a Bossa Nova se tornasse um movimento genuinamente brasileiro e garantiram a sua permanência no tempo.
Se este podcast despertou seu interesse, siga-nos nas redes sociais e venha conhecer o Instituto Çarê e a Casa do Acervo — espaços vivos de criação, escuta e troca de saberes.
CRÉDITOS
Roteiro e apresentação: Arrigo Barnabé
Roteiro e montagem: Julio de Paula
Masterização: Felipe Julian
Pesquisa e contextualização: Edson Natale
Identidade visual das capas dos aplicativos e do site: Denis Araújo
Comunicação: William Orima
Locução, redação e coordenação do Núcleo de Acervo: Angela Fileno
Higienização, catalogação e acondicionamento definitivo das gravações: Ana Takenaka, Giovanna Camargo, Karol Borges, Evandro Lima.
Digitalização: Procimar Cine-Vídeo
REFERÊNCIAS
“Berimbau”. Composição: Baden Powell e Vinicius de Moraes. Interpretação: Baden Powell.
“Caminho de Pedra”. Composição: Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Interpretação: Elizeth Cardoso.
“Canto de Xangô”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.
“Lamento de Exu”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Baden Powell e Quarteto em Cy.
“Bocochê”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.
“É Proibido Fumar”. Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Interpretação: Roberto Carlos.
“Abertura/Samba da Bênção”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Sinfônica de São Paulo.
“Rancho das Flores”. Composição: Johann Sebastian Bach e Vinícius de Moraes. Interpretação: Luiz Cláudio.
“Samba em Prelúdio”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinícius de Moraes e Odette Lara.
“Pregão da Saudade”. Composição: Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes. Interpretação: Aldo Baldin.
“À bênção” e “Arrastão”. Composição: Edu Lobo e Vinícius de Moraes. Interpretação: Edu Lobo.
“Samba da Bênção”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinícius de Moraes.
“Canto de Iemanjá”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.
“Baú do Zuza” é um podcast produzido pelos Institutos Çarê e Galo da Manhã — instituições dedicadas à democratização do acesso às produções culturais brasileiras. Esta série tem finalidade exclusivamente educativa, cultural e não comercial. As canções que aparecem ao fundo das falas dos locutores são utilizadas como parte da construção da narrativa sonora do podcast, respeitando os princípios da proporcionalidade e do uso incidental, conforme previsto pela legislação de direitos autorais.
Sobre o quinto episódio, Vinícius de Moraes, quanta saudade! – Parte 2
No quinto episódio desta temporada, continuamos com a entrevista de Zuza Homem de Mello feita com Vinícius de Moraes, em 2 de outubro de 1967. Nesta conversa Vinícius explica como a Bossa Nova foi, aos poucos, incorporando sonoridades africanas, acrescentando a temática do Candomblé às letras das canções e se tornando mais engajada com a adesão às canções de protesto. Para Vinícius, todas essas movimentações contribuíram para que a Bossa Nova se tornasse um movimento genuinamente brasileiro e garantiram a sua permanência no tempo.
Se este podcast despertou seu interesse, siga-nos nas redes sociais e venha conhecer o Instituto Çarê e a Casa do Acervo — espaços vivos de criação, escuta e troca de saberes.
CRÉDITOS
Roteiro e apresentação: Arrigo Barnabé
Roteiro e montagem: Julio de Paula
Masterização: Felipe Julian
Pesquisa e contextualização: Edson Natale
Identidade visual das capas dos aplicativos e do site: Denis Araújo
Comunicação: William Orima
Locução, redação e coordenação do Núcleo de Acervo: Angela Fileno
Higienização, catalogação e acondicionamento definitivo das gravações: Ana Takenaka, Giovanna Camargo, Karol Borges, Evandro Lima.
Digitalização: Procimar Cine-Vídeo
REFERÊNCIAS
“Berimbau”. Composição: Baden Powell e Vinicius de Moraes. Interpretação: Baden Powell.
“Caminho de Pedra”. Composição: Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Interpretação: Elizeth Cardoso.
“Canto de Xangô”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.
“Lamento de Exu”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Baden Powell e Quarteto em Cy.
“Bocochê”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.
“É Proibido Fumar”. Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Interpretação: Roberto Carlos.
“Abertura/Samba da Bênção”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Sinfônica de São Paulo.
“Rancho das Flores”. Composição: Johann Sebastian Bach e Vinícius de Moraes. Interpretação: Luiz Cláudio.
“Samba em Prelúdio”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinícius de Moraes e Odette Lara.
“Pregão da Saudade”. Composição: Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes. Interpretação: Aldo Baldin.
“À bênção” e “Arrastão”. Composição: Edu Lobo e Vinícius de Moraes. Interpretação: Edu Lobo.
“Samba da Bênção”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinícius de Moraes.
“Canto de Iemanjá”. Composição: Baden Powell e Vinícius de Moraes. Interpretação: Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy.